M&A em 2026: Selic a 13,75% impõe seleção ao mercado
Mercado de M&A em modo seletivo em 2026: Selic estruturalmente alta, inflação persistente e indefinição eleitoral adiam investimentos produtivos no Brasil.
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Mercado de M&A em modo seletivo em 2026: Selic estruturalmente alta, inflação persistente e indefinição eleitoral adiam investimentos produtivos no Brasil.
Ata do Copom mantém Selic em 13,75% e adia alívio esperado. Juro alto evidencia ônus fiscal, encolhe diferencial com EUA e trava crédito, câmbio e crescimento.
futuros no Brasil recuam poucos pontos, mas seguem entre 13,5% e 13,9% ao ano. Queda veio do petróleo e expõe dependência externa, não ajuste fiscal.
Ata do Copom não convenceu: taxas do Tesouro Direto sobem e mercado cobra prêmio maior por risco fiscal doméstico e dúvida sobre próximos passos da Selic.
Avaliação negativa de Lula atinge 42% em uma semana, e a diferença para a positiva chega a 9 pontos. Centro encolhe e aponta inflexão desfavorável do governo.
Documento de inquérito associa perfil neonazista ao MBL em plena campanha presidencial; análise separa coordenação efetiva de mera proximidade digital.
Sobrenome Bolsonaro não se converte em voto regional: Carlos trava em 20% ao Senado por Santa Catarina, empatado com Amin e distante dos 69% do pai em 2022.
Festa luxuosa em SP reúne Neymar e Huck e expõe o fosso entre o Brasil exibido nas redes sociais e o Brasil real, moldando padrões culturais e políticos.
Em visita a Washington, Xi Jinping exige fim da venda de armas a Taiwan e coloca em xeque o comunicado de 1982 e a ordem internacional do pós-Guerra Fria.
Lula aparece em empate técnico com Flávio Bolsonaro, Caiado e Cury em simulações de segundo turno para 2026, revelando corrida presidencial fragmentada.
Eleição 2026: a fragmentação da direita em Santa Catarina, evidenciada pela campanha de Renan Santos, expõe o cálculo de Flávio Bolsonaro para o primeiro turno.
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